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	<title>Rita Kneib</title>
	<subtitle type="html">Escrita livre... Desabafo... Sobre qualquer assunto e a qualquer momento.</subtitle>
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	<tagline>Escrita livre... Desabafo... Sobre qualquer assunto e a qualquer momento.</tagline>  
	   
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Condi&#231;&#227;o de mulher</title>
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		    <updated>09.10.08 00:50:43</updated>
		    <published>09.10.08 00:50:43</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">N&#227;o sei o que &#233; certo. Mas sei o que n&#227;o me faz bem. Sei o que eu n&#227;o quero ser! Sei o que me faz pequena... Mesmo assim&#160; &#224;s vezes n&#227;o consigo me livrar dos pensamento que fazem mal, das inte&#231;&#245;es que n&#227;o me orgulham. Essa &#233; a condi&#231;&#227;o humana? Saber o que se deve fazer, o que &#233; o bem, e mesmo assim n&#227;o fazer? Feliz daquele que consegue! Eu continuo tentando!
Vejo minhas amigas e percebo que o sofrimento sem causa &#233; algo constante nos relacinamentos, principalmente por parte das mulheres. Somos inseguras pela gen&#233;tica? O mesmo gene que nos possibilitou ser m&#227;e n&#227;o nos deu seguran&#231;a suficiente? Por que somos t&#227;o fortes enquanto progenitoras e t&#227;o fr&#225;geis como amantes? Por que desde o primeiro beijo a gente j&#225; pensa que deve ser pra sempre, e nunca acredita que o outro sentiu o mesmo? 
Por que ele tem que ser um bom pai? Um marido dedicado? Por que n&#227;o pode ser s&#243; um amante sincero? Mesmo que a gente acredite e queira isso, sempre vai ter uma mulher que vai avaliar os dotes dom&#233;sticos da nossa companhia... &#201;, uma tia, uma prima, uma amiga, uma irm&#227;, a m&#227;e... Ou ele vai prestar ou n&#227;o! Ele n&#227;o pode ser s&#243; uma companhia pras noites frias? Pra conversar sem se preocupar com o assunto? Pra chamar de linda quando a gente t&#225; triste? 
As mulheres j&#225; tiveram outros pap&#233;is! J&#225; foram deusas. J&#225; foram as mais importantes da sociedade. 
N&#227;o, definitivamente, n&#227;o! N&#227;o &#233; condi&#231;&#227;o humana!</content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Cachorro da mam&#227;e!</title>
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		    <updated>27.05.09 12:43:35</updated>
		    <published>29.09.08 03:34:45</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">A caminha de Bidu ainda ocupa espa&#231;o. Suas fotos ainda est&#227;o nos arquivos do computador. Mas ele j&#225; se fora. Trocou a mam&#227;e pela liberdade, ou por uma outra m&#227;e. Simplesmente foi embora o Yorkshire. Triste, ainda, sua dona chora de saudade na varanda de sua casa. V&#234; ent&#227;o aquele Pintcher que sempre passa na sua rua. Ser&#225; que n&#227;o tem dono? Ele olha como se pedisse carinho! Mas &#233; bem tratado. Seu p&#234;lo &#233; limpo e brilhante. Ele se aproxima. Pede colo. Chora. N&#227;o estou preparada ainda, Bidu t&#225; em todo lugar. Mas seus olhinhos pedem aten&#231;&#227;o. Oferece o potinho de &#225;gua que ainda tem a letra &#8220;B&#8221;. Hmm, sobrou ra&#231;&#227;o, ser&#225; que ele come? Ele tem cara de Todd. &#201;, Todd. Ele sente o cheiro de Bidu em toda a casa, mas sabe que encontrou seu lugar. N&#227;o importa se a caminha j&#225; teve outro dono. Ela me faz feliz! Ainda n&#227;o sabe que ela acorda de mau-humor e que chora de madrugada. Mas j&#225; a espera abanando o rabo todos os dias. J&#225; descobriu que quando est&#225; triste s&#243; quer que fique do seu lado e que pe&#231;a carinho. J&#225; sabe faz&#234;-la sorrir ao acordar. Pegar a bolinha e correr, s&#243; pra faz&#234;-la esquecer que est&#225; triste. Bidu j&#225; &#233; um amor que fica s&#243; nas lembran&#231;as. Todd j&#225; aprende os primeiros truques. Bidu quis ir embora, fugiu sem deixar rastros. Todd soube esperar o momento certo de se aproximar. E foi conquistando aos poucos o lugar do Bidu. Aprendeu a am&#225;-la com seus defeitos. Conseguiu ser amado apesar dela achar que nunca mais amaria de novo. No Pet shop eles j&#225; nem se lembram de Bidu, o Yorkshire t&#227;o amado e singular! Todd, vamos tomar banho com a titia? </content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">O encontro do velho com o novo</title>
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		    <updated>26.09.08 12:32:06</updated>
		    <published>26.09.08 12:32:06</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">O velho encontra o novo a todo momento. &#201; t&#227;o comum que nos passa desapercebido. Mas o que fazer quando algu&#233;m se encontra com uma nova e velha paix&#227;o?
&#201; a minha d&#250;vida do momento... Dentro de alguns dias encontrei a resposta. Ou n&#227;o!
&#34;Pode chegar/ que&#160;a casa &#233; grande/ e &#233; toda nossa/ vamos limpar o sal&#227;o/ para um desfile melhor/ vamos cuidar da harmonia/ da nossa evolu&#231;&#227;o/ da unidade vai nascer a nova idade...&#34; O Homem falou - Gonzaguinha</content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Por que escrever um blog?</title>
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		    <updated>26.09.08 01:08:24</updated>
		    <published>26.09.08 00:56:54</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Desabafar? Ter aten&#231;&#227;o de algu&#233;m? Reclamar? 
N&#227;o sei, sempre me perguntei. Melhor maneira de saber? Escrevendo. Aqui estou. Se vou continuar, n&#227;o sei. Sobre o que eu vou falar, muito menos. Talvez fique com vergonha do que escrevi e apague. Talvez me empolgue e escreva todo dia!
D&#250;vida &#233; algo que me define! Quem acompanhar este blog ver&#225;! 
O velho e a Flor - Vinicius de Moraes
&#34;Por c&#233;us e mares eu andei/ vi&#160;um poeta e vi&#160;um rei/ na esperan&#231;a de saber o que &#233; o amor/ Ningu&#233;m sabia me dizer/ E eu j&#225; queria at&#233; morrer/ quando um velhinho com uma flor assim falou:/ O amor &#233; um carinho/ &#201; o espinho que n&#227;o se v&#234; em cada flor/ &#201; a vida quando chega sangrando/ Aberta, em p&#233;talas de amor&#34;</content>
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